Nota de Imprensa
No passado dia 19 de Junho o Partido Socialista foi a votos em todas as concelhias e secções do país.
Em Arcos de Valdevez, apresentaram-se a votos Vitor Sousa, a Presidente da Comissão Política Concelhia e Isabel Araújo a Presidente da Estrutura Concelhia das Mulheres Socialistas, ambos vencendo, com naturalidade, estas eleições participadas.
No mesmo ato eleitoral, foram também votadas as listas de delegados ao congresso distrital que se realiza a 11 de Julho, que será a consagração de Luís Nobre como Presidente da Federação Distrital.
'O Vítor Sousa, figura sobejamente conhecida das hostes socialistas do concelho representa aquilo que sempre foi no Partido e que todos vêm agora reconhecido no cargo de presidente da concelhia: um fazedor, uma máquina de trabalho, de articulação política concelhia e distrital, um pensador da estratégia para o concelho, com provas dadas no Turismo, Infraestruturas, sector agrícola e florestal, profundo conhecedor destas matérias que vão moldar o futuro do nosso concelho.
'No que a mim me toca, que deixo agora o cargo de Presidente de concelhia arcuense, sei que o PS de Arcos de Valdevez fica bem entregue. Estou convicto de que o PS tem na liderança alguém que vai continuar a representar os interesses dos arcuenses, alguém que se vai bater por apresentar uma alternativa credível, de confiança e de esperança neste concelho. O Eng. Vítor Sousa é a prova de que não existem impossíveis e de que por mais difíceis que sejam os desafios, há sempre uma palavra a dizer, há sempre um passo a dar em frente, há sempre terra para semear.
Os arcuenses que se preocupam com a sua terra, aprenderam a olhar para o PS com respeito. Conquistamos isso nos últimos anos. Temos quadros, temos pessoas capazes de, quando a oportunidade chegar, tomar as rédeas do concelho. O Eng. Vítor Sousa é um desses quadros.
Mas o momento político e democrático, de fraca participação na vida cívica, de pouco envolvimento partidário, aliado ao crescimento de formas de fazer política fingidas, centradas mais na imagem do que no conteúdo, desafiam o nosso futuro em comunidade. Veja-se a nossa Assembleia Municipal, pela primeira vez desde 1974 reduzida a 2 partidos de oposição, o PS e o CHEGA. Veja-se o caso de várias freguesias no nosso concelho que há mais de 20 anos não têm lista opositora ao partido do sistema instalado. Veja-se o que esta aridez de pensamento crítico provoca à mentalidade colectiva dos arcuenses. Veja-se o que uma Câmara hipertrofiada de funcionários, que abre 114 vagas para novos postos de trabalho 1 mês depois de eleições, provoca na estrutura de dependências que domina este concelho que não é de todos, mas só de alguns.
Apesar de todo o trabalho de apresentação de alternativa e denúncia daquilo que considerarmos serem más escolhas que comprometem o futuro do concelho, temos ainda um caminho longo a trilhar para provar aos arcuenses porque é que uma terra sem alternância política é uma terra sem democracia plena, sem futuro.
No rescaldo das eleições autárquicas de Outubro de 2025, afirmei que, eu próprio e o PS iríamos entrar num período de reflexão profunda. Eis chegado o momento de me afastar da liderança do PS concelhio, mantendo, óbvia e claramente o meu apoio e colaboração com a nova direcção partidária e, honrando o mandato que me foi concedido pelos eleitores arcuenses, mantendo-me como vereador na Câmara Municipal' , concluiu João Braga Simões.