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Arcos de Valdevez marcou presença na “Feira de Produtos Regionais Portugueses e da Ruralidade”, em Nanterre, entre os dias 27 e 29 de março.

ARCOS DE VALDEVEZ DE PONTA A PONTA 2026 19 de julho de 2026 Prepara-te para viver um dia inesquecível sobre duas rodas. O Moto Clube de Arcos de Valdevez convida-te a percorrer cerca de 150 km pelos mais belos recantos do concelho, numa experiência única que une: • paisagens deslumbrantes • sabores tradicionais • cultura e património • e o verdadeiro espírito de convívio motard. A meio da manhã, faremos uma paragem especial para a já habitual degustação de produtos locais e regionais, porque em Arcos de Valdevez também se viaja pelos sabores. Seguir-se-á o almoço de celebração, num ambiente descontraído, de amizade e verdadeira partilha. E para terminar em grande… o brinde final, bem fresquinho, na sede do MCAV! Junta-te a nós e vem descobrir o melhor de Arcos de Valdevez… de Ponta-a-Ponta! MCAV

Entre 16 de outubro de 2025 e 30 de março de 2026, o concelho registou 92 incêndios rurais, o que corresponde a uma média de 0,56 ocorrências por dia — ou seja, um incêndio a cada 1,8 dias. Apesar de incluir meses tradicionalmente menos críticos, estes números demonstram uma pressão operacional constante sobre os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez. Germano Amorim defende assim o fim do modelo DECIR e a profissionalização total dos bombeiros após sucessão de incêndios no Alto Minho Face ao elevado número de incêndios rurais deflagrados nos últimos dias no concelho de Arcos de Valdevez e nos municípios vizinhos, o presidente da Direção dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, Germano Amorim, defendeu hoje uma reforma profunda no modelo nacional de combate aos incêndios rurais, propondo o fim do atual DECIR e a criação de um dispositivo permanente e profissionalizado, ativo durante todo o ano. Segundo o dirigente, a situação operacional vivida à data de hoje demonstra que o modelo sazonal “já não responde à realidade climática, territorial e criminal que o país enfrenta”. “O DECIR é um modelo do passado para um problema do presente” Germano Amorim afirma que o dispositivo, tal como está concebido, se tornou insuficiente e desajustado. “Hoje, em Arcos de Valdevez e nos concelhos vizinhos, temos múltiplos incêndios ativos. Isto não é exceção — é a nova normalidade. O risco é permanente. O apoio também tem de ser.” O responsável sublinha que os bombeiros estão no terreno muito antes da ativação oficial do DECIR, enfrentando ocorrências exigentes com meios limitados, equipamentos desgastados e viaturas que acumulam avarias devido ao esforço contínuo. Alterações climáticas, desorganização territorial e ignições criminosas: “O país mudou, mas o dispositivo continua igual” O advogado, presidente dos Bombeiros de Arcos de Valdevez aponta quatro fatores que tornam o modelo sazonal obsoleto: - Alterações climáticas que prolongam e intensificam o risco - Desorganização territorial e florestal - Falta de cultura de prevenção - Aumento das ignições de origem criminosa “O DECIR continua a funcionar como se estivéssemos nos anos 90. Hoje, o fogo não tem estação. Só o dispositivo é que continua a ter.” “É um modelo que chega sempre tarde” Germano Amorim critica a lógica de reforço apenas durante alguns meses do ano, afirmando que esta abordagem “não só é ineficaz, como coloca bombeiros e populações em risco”. “À data de hoje, com vários incêndios ativos na região, continuamos sem o reforço que só chega no verão. Isto não é planeamento. É improvisação.” Profissionalização total: “Portugal não pode continuar a depender de um sistema assente no voluntariado para enfrentar um risco permanente” Um dos pontos mais fortes e polémicos da posição de Germano Amorim é a defesa da profissionalização total do dispositivo de combate aos incêndios. “Não podemos continuar a pedir a voluntários que enfrentem um risco permanente com estruturas temporárias. O país precisa de bombeiros profissionais, dedicados a tempo inteiro, com carreiras estáveis, formação contínua e meios adequados.” O dirigente sublinha que o voluntariado é uma força essencial e insubstituível, mas que não pode ser a base estrutural de um sistema que enfrenta riscos permanentes, complexos e cada vez mais violentos. “O voluntariado deve ser valorizado, mas não pode continuar a ser o pilar central de um sistema que exige resposta permanente, técnica e altamente especializada.” Um apelo a uma reforma estrutural Germano Amorim defende que Portugal precisa de um modelo permanente e profissionalizado, com: - Equipas profissionais reforçadas durante todo o ano - Manutenção contínua de viaturas e equipamentos - Investimento estável e não sazonal - Articulação operacional permanente entre bombeiros, proteção civil e forças de segurança - Estratégias de prevenção que não dependam do verão “Não podemos continuar a reagir ao fogo. Temos de antecipá-lo. E isso só se faz com um dispositivo permanente, profissionalizado e devidamente articulado.” “A polémica não está no que digo. Está no que o país continua a não fazer.” Germano Amorim reconhece que as suas declarações podem gerar debate, mas considera que a verdadeira polémica reside na falta de ação. “A sucessão de incêndios que estamos a viver hoje na região é a prova de que o modelo atual falhou. A polémica não está nas minhas palavras. Está na inação.”

Empresa portuguesa dedicada à indústria metalomecânica de precisão instala-se na IN CUBO Fernando Ferro & Irmão exporta para 21 países da Europa e Ásia A empresa Fernando Ferro & Irmão, dedicada ao setor de componentes e equipamentos para a indústria, vai instalar-se na IN-Cubo a partir do mês de abril. Com um percurso assente em mais de 25 anos de história, e com uma gestão familiar, a empresa tem sede em Estarreja, mas pretende alargar a área de atuação. A Fernando Ferro & Irmão dedica-se a soluções inovadores e eficientes para as indústrias do setor eletrónico, aeronáutico, automóvel, alimentar, máquinas e especiais e de moldes. Arcos de Valdevez continua a ser um Município bastante procurado pelas indústrias que pretendem investir e impulsionar a capacidade de negócio. Com quatro Parques Industriais e o quinto em construção, o território mantém a aposta na dinâmica da economia, promovendo a criação de emprego e a valorização do concelho.